Um Animal perigoso na Bienal. Só podia ser humano! - 22/09/2010 20:59
DIGA NÃO À 29ª BIENAL DE SÃO PAULO: O QUE ERA PARA SER UM EVENTO DE ARTE, INFELIZMENTE PROMOVE CONFINAMENTO, MAUS TRATOS E TORTURA DE ANIMAIS.
NUNO RAMOS preparou com extrema falta de bom senso sua "obra" para a Bienal de SP (22/09 à 21/12). Mantém desde o dia 20 em confinamento em redoma de vidro, 3 Urubús com o único e frio objetivo: Saber "qto tempo eles aguentam quando submetidos ao stress". Deste modo, não poupou esforços para aplicar aos animais carga máxima de tortura, equipando a redoma com enormes caixas acústicas que liberam em período integral o som de altíssima potência e volume insuportável com o agravante de ser o único "puleiro" para as aves; além do forte odor de tinta e cola e alimentação reduzida - apenas 1 vez ao dia. Esse sujeito desconhece em absoluto o significado da palavra arte! Ele conhece, vive e mostra atitudes covardes, dignas de quem não tem a menor capacidade de criar e ja cego de ignorância, tripudia sobre os indefesos. Não podemos vendar os olhos diante desta triste e lamentável realidade. Por favor, vamos divulgar e exigir das autoridades e Órgãos competentes, uma atitude séria, rápida e justa. Isso NÃO pode ficar assim!!!!! Criamos também o abaixo assinado: http://www.abaixoassinado.org/assinaturas/abaixoassinado/7046que será apresentado ao Ministério Público de São Paulo.
Arte serve também tem o papel de provocar e incomodar. Ainda assim todos tem o direito de se manifestar... Quem é Nuno Ramos. ( O Estado de São Paulo)
Nuno Ramos, um dos artistas mais produtivos do cenário contemporânio nacional, diz aos 50 anos, que ''se identifica com a vontade de totalização da vida''. Foto: André Lessa/AE
Há três meses, durante todos os dias, o artista Nuno Ramos está imerso em um galpão na zona norte de São Paulo realizando a obra que ele considera ser, tecnicamente, a mais difícil de sua carreira. Fruto Estranho, trabalho protagonista da mostra, de mesmo nome, que ele vai inaugurar em 14 de setembro no Museu de Arte Moderna do Rio, é a criação de uma imagem forte, desconcertante, monumental.
Duas árvores têm, cada uma, carcaças de aviões monomotores da década de 1970 embrenhadas em seus galhos, formando dois conjuntos a serem cobertos por 4 toneladas de sabão. Ainda para completar, dos flamboyants saem tubos de ensaio de onde goteja soda cáustica (o "veneno" lido em poema do russo Alexander Pushkin) em contrabaixos transformados em pequenos poços de banha quente, abrindo, assim, espaço para mais saponificação. Somando tudo, são mais de 10 toneladas de obra, que na próxima semana, vai ser transportada em dois caminhões e três carretas para o Rio. Depois, serão mais 22 dias de montagem até a abertura da exposição.
"Esse trabalho tem uma força alegórica maior do que outras coisas que fiz", afirma o artista. "Parece uma espécie de acidente e tem opostos, uma coisa de movimento que parou. Me parece um pássaro que quer voar e por isso pus as asas dos aviões meio moles", ele continua. Já foi falado que Nuno Ramos está sempre à beira de um abismo por criar obras - geralmente, em grande escala - juntando elementos tão inesperados, imprevisíveis como vaselina, breu, areia socada, mármore, música, poesia e até animais.
Em Fruto Estranho - título inspirado na música Strange Fruit de Billie Holiday sobre negros mortos e que será cantada em vídeo no local expositivo com cena do filme A Fonte da Donzela, de Ingmar Bergman - prevalece, mais do que a imagem de fusão árvore/avião (espécie de "cópula"), as toneladas de sabão que vão materializar de forma extraordinária aquela cena em branco puro. "Para ser menos óbvio, há algo mais intenso que o sabão carrega, uma espécie de ciclo entre morte e vida, sujo e limpo, uma coisa orgânica feita através de operação química", descreve o artista.
Mais ainda, a mostra no MAM do Rio, com curadoria de Vanda Klabin, se completa com as obras Verme - formada por duas grandes esferas de areia socada de onde, por aberturas, saem a projeção de dois filmes, um com texto de Nuno encenado por atores da Companhia do Feijão e outro pornográfico misturando o gênero musical choro e sexo explícito - e Monólogo para Cachorro Morto, já exibida em Brasília. O investimento para a exposição, patrocinada pelo Bradesco Seguros, é de R$ 600 mil. Depois será lançado amplo catálogo.
Político. Aos 50 anos, Nuno Ramos resiste a qualquer classificação e é considerado, indubitavelmente, um dos criadores mais inquietos do cenário contemporâneo brasileiro. Está sempre a se renovar, a dar um giro a cada trabalho -, mas colocando ao mesmo
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Circuncisao feminina. - 26/02/2010 23:50
Por que é difícil acabar com o crime da mutilação genital?
Sem prazer, sem marido, sem filho.
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Vários dias depois, a menina de 9 anos continua com as pernas amarradas para cicatrizar |
Há três tipos de corte genital feitos para a circuncisão feminina. Na clitoridectomia, parte do clitóris é removida. Na excisão ou extirpação, são retirados o clitóris e os pequenos lábios da vagina. O tipo mais cruel é a infibulação: após a retirada do clitóris e dos pequenos lábios, os grandes lábios da vagina são cortados ou raspados. Para a cicatrização, os dois lados da área lesionada são mantidos grudados por meio de pontos cirúrgicos ou amarrando-se as pernas da mulher. A cicatriz formada cobre os lábios e a maior parte do orifício vaginal, deixando apenas uma pequena abertura para a passagem da urina e do sangue menstrual. Essa prática produz um estreitamento da vagina que torna a penetração extremamente dolorosa, quando não impossível. A infibulação também interfere no prazer sexual do homem por causa da dificuldade de penetração, e pode afetar a capacidade reprodutiva da mulher. Um estudo feito no Sudão mostrou que mulheres submetidas à infibulação têm duas vezes mais riscos de apresentar problemas de fertilidade. O mesmo estudo apontou uma taxa de divórcios duas vezes maior entre essas mulheres. O marido pede a separação movido por problemas tanto no relacionamento sexual quanto na capacidade de a mulher procriar. A triste ironia é que uma das justificativas para a prática é de que ela favorece a união conjugal e garante a fertilidade. Embora não existam dados precisos, acredita-se que 15% do total de circuncisões femininas sejam feitas por infibulação. Em países como a Somália e o Sudão, porém, cerca de 85% das mutilações genitais realizam-se por esse método.
Foi o que a enfermeira brasileira Kelly Cavalete Cardoso, 29 anos, presenciou em 2007, quando passou seis meses na Somália trabalhando para a organização Médicos Sem Fronteiras. “Na região onde atuei, todas as meninas são submetidas à circuncisão tipo III, que é a infibulação. Normalmente, ocorre entre os 5 e os 7 anos e é realizada em casa pela avó. Também existem mulheres especializadas em executar esse tipo de mutilação dentro da comunidade, e algumas famílias preferem recorrer a essas senhoras.” A enfermeira conta que os cortes eram realizados com tesoura ou faca e as suturas com agulhas de costura. “Em alguns casos, as vaginas se fecham de tal maneira que, após o casamento, o marido acaba abrindo o orifício vaginal com algum instrumento cortante para poder manter relações sexuais.” São histórias de horror que, para a população local, se repetem como mais um fato “natural” da vida, segundo os relatos ouvidos por Kelly. “Dificilmente se questiona ou se comenta sobre a possibilidade de não fazer (a circuncisão). É algo realizado há muito tempo e as pessoas nem sequer compreendem o porquê, simplesmente o fazem. Há descontentamento por parte de algumas jovens, mas está longe de ser uma revolta”, avalia a enfermeira. Daí a importância de vozes como a da ex-modelo somali Waris Dirie, uma vítima que transformou a própria dor em causa. Aos 5 anos, Waris foi submetida à mutilação genital, supostamente para garantir um futuro casamento. Aos 13, prometida a um homem muito mais velho, fugiu para a Europa, onde foi descoberta por um olheiro e tornou-se modelo. A fama não apagou as marcas do passado: tornou-se embaixadora das Nações Unidas pelo fim do corte genital e escreveu um livro sobre a própria história, Flor do Deserto (Ed. Hedra), que acaba de virar filme (leia entrevista na próxima página). Mas essa não é uma causa apenas dela. É preciso que seja uma luta de todas as mulheres.
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Mudanças - 05/08/2009 23:39
Pra não dizer que não falei das mudanças...
Irineu Toledo
Muita gente tem perguntado sobre as mudanças ocorridas no conteúdo do Primeiro Programa da Transamérica, mudança de horários, ausência do irineu- ao vivo, e suas razões. Em primeiro lugar, desculpas por não colocarmos nada no ar a respeito, por entender que se trata de mudança e não descontinuidade. Mas entendemos, que para quem somente ouvia o programa depois das 7, é como se o programa tivesse acabado.
De ante mão, que dizer que não somos os agentes desta mudança. E aproveito para refazer esta nossa saga de programa independente, desde sempre, porém dentro de outras estruturas de gestão, visto que as rádios tem “donos” ( o que é lamentável quando o dono não é a gente).
Quero lembrar, primeiramente, que o Primeiro Programa é uma produção independente, desde o surgimento de sua idéia em 1996, na Nova Brasil FM, com o nome de Nova Manhã. Muitas mudanças ocorreram desde aquela época, algumas dentro da evolução natural da coisas, outras circunstanciais, e uma especialmente, de maneira brutal e anti-ética, na Nova Brasil. Assim, nesses 13 anos, passamos por três emissoras e muitas mudanças, algumas mais impactantes. Nos últimos 10 anos o programa manteve o formato que a maioria das pessoas conhecem: 2 apresentadores( Irineu e Renata) e um comentarista ( Alexandre).
Nossa primeira radio foi a Nova Brasil FM, onde o programa se consolidou como o principal programa da emissora, de maior recall, credibilidade e melhor perfil de público. Mas por razões que nunca vamos saber, até porque talvez ela resida na miséria humana, seus diretores de maneira unilateral, desrespeitosa com os ouvintes, anunciantes, e conosco( produtores e apresentadores) , tiraram o programa do ar de um dia para o outro, de maneira autoritária, por motivo banal. Apesar do contrato, fomos impedidos de entrar na emissora e de apresentar o programa, enquanto milhares de ouvintes fiéis, aproximadamente 40 mil por minuto à época, não tiveram qualquer satisfação da emissora. Por isso superlotaram nossa caixa de email e da radio, que ignorou solenemente seus ouvintes, não oferecendo nenhuma resposta. Curiosamente a rede Nova Brasil é uma das muitas empresas do ex-governador de São Paulo, Sr. Orestes Quércia, que com orgulho enumera em seu histórico “positivo”o alinhamento com os políticos comprometidos com o enfrentamento da ditadura militar no Brasil. Tentamos negociar nossos prejuízos, com a quebra unilateral do contrato, em razão dos custos e compromissos com equipe e estrutura, lucros cessantes, essas coisas, e ninguém da emissora se dignou a nos ouvir. Assim, recorremos a justiça. Como todo mundo sabe a justiça tarda... e por isso falha. Quase seis anos se passaram, e ainda que tenhamos a nosso favor a sentença do primeiro julgamento, o processo está parado sabe-se porque, depois do recurso da empresa do Sr. Quércia que foi punida com uma sentença que privilegiou os danos morais sofridos por nós.. Enquanto isso, o Sr. Orestes Quércia, tem hoje bom aliado ( José Serra) para a proxima campanha, quando sai candidato a senador, nestas composições políticas que visam o aproveitamento do horário “gratuito”do radio e da tv e outros moedas de parte a parte. Claro, esperamos que a eventual eleição de Quércia para o senado não torne a justiça ainda mais lenta. Porque, também como todos sabem, estranhas coincidências acontecem, nos círculos do poder, suas amizades e influências. Ainda que nossa causa, não valha a adega do ex-governador, aquela brutalidade ainda não foi paga, no que gerou de prejuízo para nossa pequena produtora, e as dificuldades decorrentes do fato, além da agressividade descabida.
Continuando a lembrar nossas mudanças, depois de uma passagem relâmpago pela Brasil 2000, ancoramos o Primeiro Programa na Metrolitana FM, onde tivemos a oportunidade de manter o formato do programa, porém mesclando musicas nacionais e internacionais. A Metropolitana dirigida por jovens empresá
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Para não dizer que não falei das mudanças... - 03/08/2009 08:12
Mudanças sempre estão em curso. Acontecem ou são provocadas. Nos beneficiamos ou pagamos o preço. É assim na vida pessoal e na vida das empresas e dos neg''''ocios e projetos. Não se ganha sempre. Mas que se adapta aprende alguma coisa nova e acumula novos conhecimentos. Muitos tem perguntado sobre as mudanças do Primeiro Programa. Desde que começamos sempre tivemos mudanças. Nem sempre as mudanças foram boas, mas sobrevivemos.
Pra não dizer que não falei das mudanças...
Irineu Toledo
Muita gente tem perguntado sobre as mudanças ocorridas no conteúdo do Primeiro Programa da Transamérica, mudança de horários, ausência do irineu- ao vivo, e suas razões. Em primeiro lugar, desculpas por não colocarmos nada no ar a respeito, por entender que se trata de mudança e não descontinuidade. Mas entendemos, que para quem somente ouvia o programa depois das 7, é como se o programa tivesse acabado.
De ante mão, que dizer que não somos os agentes desta mudança. E aproveito para refazer esta nossa saga de programa independente, desde sempre, porém dentro de outras estruturas de gestão, visto que as rádios tem “donos” ( o que é lamentável quando o dono não é a gente).
Quero lembrar, primeiramente, que o Primeiro Programa é uma produção independente, desde o surgimento de sua idéia em 1996, na Nova Brasil FM, com o nome de Nova Manhã. Muitas mudanças ocorreram desde aquela época, algumas dentro da evolução natural da coisas, outras circunstanciais, e uma especialmente, de maneira brutal e anti-ética, na Nova Brasil. Assim, nesses 13 anos, passamos por três emissoras e muitas mudanças, algumas mais impactantes. Nos últimos 10 anos o programa manteve o formato que a maioria das pessoas conhecem: 2 apresentadores( Irineu e Renata) e um comentarista ( Alexandre).
Nossa primeira radio foi a Nova Brasil FM, onde o programa se consolidou como o principal programa da emissora, de maior recall, credibilidade e melhor perfil de público. Mas por razões que nunca vamos saber, até porque talvez ela resida na miséria humana, seus diretores de maneira unilateral, desrespeitosa com os ouvintes, anunciantes, e conosco( produtores e apresentadores) , tiraram o programa do ar de um dia para o outro, de maneira autoritária, por motivo banal. Apesar do contrato, fomos impedidos de entrar na emissora e de apresentar o programa, enquanto milhares de ouvintes fiéis, aproximadamente 40 mil por minuto à época, não tiveram qualquer satisfação da emissora. Por isso superlotaram nossa caixa de email e da radio, que ignorou solenemente seus ouvintes, não oferecendo nenhuma resposta. Curiosamente a rede Nova Brasil é uma das muitas empresas do ex-governador de São Paulo, Sr. Orestes Quércia, que com orgulho enumera em seu histórico “positivo”o alinhamento com os políticos comprometidos com o enfrentamento da ditadura militar no Brasil. Tentamos negociar nossos prejuízos, com a quebra unilateral do contrato, em razão dos custos e compromissos com equipe e estrutura, lucros cessantes, essas coisas, e ninguém da emissora se dignou a nos ouvir. Assim, recorremos a justiça. Como todo mundo sabe a justiça tarda... e por isso falha. Quase seis anos se passaram, e ainda que tenhamos a nosso favor a sentença do primeiro julgamento, o processo está parado sabe-se porque, depois do recurso da empresa do Sr. Quércia que foi punida com uma sentença que privilegiou os danos morais sofridos por nós.. Enquanto isso, o Sr. Orestes Quércia, tem hoje bom aliado ( José Serra) para a proxima campanha, quando sai candidato a senador, nestas composições políticas que visam o aproveitamento do horário “gratuito”do radio e da tv e outros moedas de parte a parte. Claro, esperamos que a eventual eleição de Quércia para o senado não torne a justiça ainda mais lenta. Porque, também como todos sabem, estranhas coincidências acontecem, nos círculos do poder, suas amizades e influências. Ainda que nossa causa, não valha a adega do ex-governador, aquela brutalidade ainda não foi paga, no que gerou de prejuízo para nossa pequena produtora, e as dificuldades decorrentes do fato, além da agressividade descabida.
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Sobre vidas passadas - 24/03/2008 15:09
Para quem quer estudar um pouco mais sobre as teorias ou experiências com vidas passadas, Brian Weiss, é um autor obrigatório. Arriscou sua reputação de estudioso assumindo o tema que ainda é muito controverso nos meios acadêmicos. Saiba aquí um pouco sobre ele e investigue sobre o assunto através da sua experiência relatada em vários livros.
Dr. Brian Weiss é médico diplomado pela Universidade de Yale, com especialização em Psiquiatria na Universidade de Columbia. Foi professor de Medicina em várias faculdades americanas e publicou mais de quarenta ensaios científicos nas áreas de psicofarmacologia, química cerebral, distúrbios do sono, depressão, ansiedade, distúrbios causados pelo abuso de drogas e mal de Alzheimer.
Diretor emérito do Departamento de Psiquiatria do Mount Sinai Hospital, em Miami, Dr. Weiss viaja constantemente para promover palestras e workshops sobre seu trabalho. Contribui para diversas publicações acadêmicas, jornais e revistas, como The Boston Globe, The Miami Herald, The Chicago Tribune e The Philadelphia Inquirer, entre outros.
Além disso, ele é diretor de uma clínica particular em Miami que conta com psicólogos e assistentes sociais altamente capacitados e treinados para aplicar a Terapia de Vidas Passadas (TVP).
Dr. Weiss foi responsável pela popularização da TVP, embora ela já fosse utilizada por alguns psicanalistas na tentativa de curar pacientes com problemas psicológicos mais graves. A publicação do livro Muitas Vidas, Muitos Mestres foi decisiva para este processo.
O envolvimento do Dr. Brian Weiss com a Terapia de Vidas Passadas começou em 1980 com uma paciente a quem ele chama de Catherine. Após quase um ano de terapia convencional, a moça não havia feito grandes progressos em seu tratamento. Dr. Weiss sugeriu, então, tentar a hipnose. Foi aí que, em vez de regredir à infância, celeiro dos maiores traumas da vida adulta das pessoas, Catherine voltou 4.000 anos no tempo, lembrando-se com riqueza de detalhes de sua vida no Egito Antigo. Até o episódio com Catherine, Dr. Brian Weiss afirma que não era um homem religioso, nem acreditava que reencarnação fosse algo real. Porém, ele teve de se curvar diante das provas evidenciadas por sua paciente. A partir de então, o psicanalista passou a usar a Terapia de Vidas Passadas como seu principal método de trabalho. A história completa de Catherine e de seu tratamento está registrada no livro Muitas Vidas, Muitos Mestres.
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