Sobre vidas passadas - 24/03/2008 15:09
Para quem quer estudar um pouco mais sobre as teorias ou experiências com vidas passadas, Brian Weiss, é um autor obrigatório. Arriscou sua reputação de estudioso assumindo o tema que ainda é muito controverso nos meios acadêmicos. Saiba aquí um pouco sobre ele e investigue sobre o assunto através da sua experiência relatada em vários livros.
Dr. Brian Weiss é médico diplomado pela Universidade de Yale, com especialização em Psiquiatria na Universidade de Columbia. Foi professor de Medicina em várias faculdades americanas e publicou mais de quarenta ensaios científicos nas áreas de psicofarmacologia, química cerebral, distúrbios do sono, depressão, ansiedade, distúrbios causados pelo abuso de drogas e mal de Alzheimer.
Diretor emérito do Departamento de Psiquiatria do Mount Sinai Hospital, em Miami, Dr. Weiss viaja constantemente para promover palestras e workshops sobre seu trabalho. Contribui para diversas publicações acadêmicas, jornais e revistas, como The Boston Globe, The Miami Herald, The Chicago Tribune e The Philadelphia Inquirer, entre outros.
Além disso, ele é diretor de uma clínica particular em Miami que conta com psicólogos e assistentes sociais altamente capacitados e treinados para aplicar a Terapia de Vidas Passadas (TVP).
Dr. Weiss foi responsável pela popularização da TVP, embora ela já fosse utilizada por alguns psicanalistas na tentativa de curar pacientes com problemas psicológicos mais graves. A publicação do livro Muitas Vidas, Muitos Mestres foi decisiva para este processo.
O envolvimento do Dr. Brian Weiss com a Terapia de Vidas Passadas começou em 1980 com uma paciente a quem ele chama de Catherine. Após quase um ano de terapia convencional, a moça não havia feito grandes progressos em seu tratamento. Dr. Weiss sugeriu, então, tentar a hipnose. Foi aí que, em vez de regredir à infância, celeiro dos maiores traumas da vida adulta das pessoas, Catherine voltou 4.000 anos no tempo, lembrando-se com riqueza de detalhes de sua vida no Egito Antigo. Até o episódio com Catherine, Dr. Brian Weiss afirma que não era um homem religioso, nem acreditava que reencarnação fosse algo real. Porém, ele teve de se curvar diante das provas evidenciadas por sua paciente. A partir de então, o psicanalista passou a usar a Terapia de Vidas Passadas como seu principal método de trabalho. A história completa de Catherine e de seu tratamento está registrada no livro Muitas Vidas, Muitos Mestres.
|
Comentários deste Post: |
|
|
| |
Fim de ano... - 20/11/2007 23:57
Como disse o John Lennon: Mais Um ano termina E outro começa É Natal E o que foi que você fez ?
E aí ? Já está começando a ficar incomodado com o que deixou de fazer. Aquela proposta de mudança para este ano que não saiu das intenções? E pior, você não se movimentou um centimetro sequer para que algo mudasse. É, sem convicção a gente não se move. O que não vale é reclamar e transferir a culpa para o que que seja. O ano não terminou ainda. Feliz dia novo. E começe agora a fazer o que é preciso para conquistar aquilo que você quer. Irineu Toledo
|
Comentários deste Post: |
|
|
| |
Slow Atitude- continuação. - 03/07/2007 23:15
(continuação) Chegavam cedo na Volvo e o colega estacionava o carro bem longe da porta de entrada (são 2.000 funcionários de carro). No primeiro dia não disse nada, no segundo, no terceiro...Depois, com um pouco mais de intimidade, numa manhã, perguntou:- Você tem lugar demarcado para estacionar aqui? Notei que chegamos cedo, o esta- cionamento está sempre vazio e você deixa o carro lá no final.Ele respondeu simples assim:- É que chegamos cedo, então temos tempo de caminhar. Quem chegar mais tarde já vai estar atrasado, melhor que fique mais perto da porta. Você não acha?"Imaginem a cara do brasileiro que começava a rever profundamente seus conceitos.
Há um grande movimento na Europa hoje, chamado Slow Food. A Slow Food International Association - cujo símbolo é um caracol, tem sua base na Itália.
O que o movimento Slow Food prega é que as pessoas devem comer e beber devagar, saboreando os alimentos, "curtindo" seu preparo, no convívio com a família, com amigos, sem pressa e com qualidade.
A idéia é a de se contrapor ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida copiado dos americanos.A surpresa, porém, é que esse movimento do Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado Slow Europe como destacou a revista Business Week numa edição européia há pouco mais de uma ano.
A base de tudo está no questionamento da "pressa" e da "loucura" gerada pela globalização, pelo apelo à "quantidade do ter" em contraposição à qualidade de vida ou à "qualidade do ser".
Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, embora trabalhem menos horas (35 horas por semana) são mais produtivos que seus colegas americanos ou ingleses. E os alemães, que em muitas empresas instituíram uma semana de 28,8 horas de trabalho, viram sua produtividade crescer nada menos que 20%.Essa chamada "slow atitude" está chamando a atenção até dos americanos, apologistas do "Fast" (rápido) e do "Do it now" (faça já). Portanto, essa "atitude sem-pressa" não significa fazer menos, nem ter menor produtividade.
Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais "qualidade" e "produtividade" com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos "stress".
Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer, das pequenas comunidades, do "local", presente e concreto em contraposição ao "global" - indefinido e anônimo. Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé.
Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais "leve" e, portanto, mais produtivo onde seres humanos, felizes, fazem com prazer, o que sabem fazer de melhor.
|
| |
Slow Atitude - 03/07/2007 22:56
Texto que circulou pela Internet escrito por um brasileiro que vive na Europa.
Ele diz que está há quase 20 anos trabalhando na Volvo, uma empresa sueca.
Trabalhar com eles é uma convivência, no mínimo, interessante. Qualquer projeto demora dois anos para se concretizar, mesmo que a idéia seja brilhante e simples. É regra.
E no final, acaba sempre dando certo no tempo deles com a maturidade da tecnologia e da necessidade: bem pouco se perde assim.
E vejo assim:
1. O país é do tamanho de São Paulo;
2. O país tem dois milhões de habitantes;
3. Sua maior cidade, Estocolmo, tem 500.000 habitantes (compare com Curitiba, que tem dois milhões);
4. Empresas de capital sueco: Volvo, Scania, Ericsson, Electrolux, ABB, Nokia, Nobel Biocare... Nada mal, não?
5. Para ter uma idéia, a Volvo fabrica os motores propulsores para os foguetes da NASA.
O brasileiro se surpreendeu quando pela primeira vez que foi para lá. Um dos colegas suecos pegava-o no hotel toda manhã e o levava até a empresa. Era setembro, frio, nevasca.
|
Comentários deste Post: |
|
|
| |
Trabalhar pra que ? - 24/05/2007 23:14
Trabalhar muito para manter alto padrão de vida? Será que vale a pena?
Esse artigo foi publicado no Portal infomoney. Como este espaço é da reflexão sobre o que fazer ou o que não fazer, creio que vale a leitura. "A resposta depende de fatores como a forma como você gasta este dinheiro e se seu salário é compatível com seu estilo de vida.
Então vamos aos questionamentos. Ao final do dia, você se sente tão cansado que nem mesmo consegue ajudar seus filhos com a lição de casa, o cônjuge com as dúvidas sobre o orçamento doméstico e os problemas de sua família?
Será que você não está trabalhando demais e destinando pouco tempo à família? Será que ganhar tanto dinheiro para manter um padrão alto de vida vale a pena? A resposta depende muito do estilo de vida que gosta de levar.
Antes de refletir se vale a pena, é preciso que você pense se o consumo não está sendo privilegiado, ao invés de sua família e sua saúde física e mental. Se você somente trabalha bastante para ganhar dinheiro, o melhor é rever seus hábitos de consumo.
Olhe para seu orçamento e veja se não existe nenhum tipo de desperdício. Isso mesmo: será que não está trabalhando demais, ganhando bem, mas gastando de maneira errada? Se a resposta for positiva, saiba que não vale a pena continuar levando este estilo de vida que lhe afasta do contato familiar.
Agora, se não dá pra diminuir o consumo porque o orçamento está apertado, mesmo com o alto padrão de vida, é hora de rever suas necessidades. Você está sendo remunerado adequadamente? A resposta você terá se comparando com as pessoas que ocupam o mesmo cargo que o seu, com o teto estipulado para sua categoria e com o trabalho que está realizando.
Trabalhar muito e ganhar pouco, depois de analisados esses três pontos, pode significar que o ritmo que está levando não compensa. Mas, muita calma, pois existe saída para essa situação: ou você negocia com a empresa ou então procura uma outra vaga no mercado de trabalho.
Algumas pessoas acreditam que viver para trabalhar, ganhar muito e ter menos tempo para a vida pessoal é vantajoso e compensa porque a família tem um bom padrão de vida. Já outras, como o escritor escocês Carl Honoré, acreditam que a velocidade a que a população mundial chegou para cumprir suas atividades mais atrapalha do que ajuda. Afinal, certas coisas não podem ser aceleradas só porque você está com pressa. Pense nisso".
(Portal Infomoney – Abril de 2007)
|
Comentários deste Post: |
|
|
| |
|